
A CRISE
Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada, onde vendia
cachorro-quente. Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Tinha problemas de visão, por isso não lia jornais. Mas ele vendia cachorro-quente.
Colocava cartazes na estrada, fazendo propaganda da qualidade de seu produto. Ficava na beira da estrada e oferecia o seu produto em alta voz, e o povo comprava.
Lentamente foi aumentando as vendas e cada vez mais aumentava a compra de salsicha e de pão. Comprou um fogão industrial para melhor atender os fregueses... O negócio prosperava. O homem conseguiu até mesmo enviar seu filho para estudar na capital.
Certo dia, o filho, já formado, retornou para cuidar do pai e viu que as coisas não mudavam naquele lugar. Em casa, chegou logo dizendo ao pai:
- Você não ouve rádio! Nem lê jornais! Há uma crise no mundo. A situação na Europa é terrível e a do Brasil ainda pior. Tudo está indo para o vinagre.
O pai logo se pôs a refletir... Meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio e só pode estar com a razão. Então resolveu reduzir as compras de salsicha e de pão. Tirou os cartazes de propaganda e já não anunciava tão alto seu cachorro-quente, abatido que estava pela notícia da crise. As vendas foram caindo, caindo, caindo...
Então o pai finalmente disse ao filho:
- Você estava certo, meu filho. Nós certamente estamos vivendo uma grande crise.
(autor desconhecido)

O Perdão
Existia um casal no interior da Inglaterra que morava em uma pequena cidadezinha. Esse casal tinha um único filho chamado John;
John não se dava muito bem com seus pais, principalmente com o pai. Ele era um rapaz muito rebelde. Sempre que podia reclamava para sua mãe:
- Esse homem não me permite fazer nada, até pareço seu escravo, ele só me faz trabalhar... não posso nem sequer ir a cidade para ver meus amigos. Um dia quando John estava mais velho, brigou tanto, mas tanto com seu pai, que resolveu sair de casa. A mãe insistiu :
- Meu filho não vá, vocês vão esquecer essa briga, é passageira.
John virou-se para a mãe e disse:
- Vocês não me amam, vou embora daqui. Foi para a cidade grande e devido ao trabalho com seu pai, John pode arrumar um emprego porque sabia uma profissão e pode assim se sustentar. Muitos anos se passaram e ele se casou com uma linda moça. Anos depois teve seu primeiro filho.
Num determinado dia, sua esposa lhe disse que queria que os pais dele conhecessem seu filho. John pensou um pouco e disse:
- Não, meus pais não. Eles não me amam, eles não vão querer conhecer meu filho. E além do mais, muitos anos se passaram e eles já devem ter morrido. Dois anos depois John teve um outro filho e quando as crianças estavam brincando o mais velho lhe fez uma pergunta que cortou seu coração:
- Papai, nós só conhecemos o vovô e a vovó, os pais da mamãe. Você não tem papai nem mamãe como nós? Naquele instante John resolveu rever seus pais, tentar uma reaproximação. E resolveu escrever uma carta aos pais que dizia:
- Oi. Aqui é o John, eu me casei e tive dois filhos. Eles querem conhecer
vocês. Não sei se depois desses longos anos vocês me perdoaram. Não sei se vão querer me ver, mas irei visitar vocês com minha família. Se me perdoaram, coloque um pano branco onde eu possa ver, porque estarei indo de trem que passa bem em frente da casa de vocês e assim eu saberei se posso voltar ou não.
John fez todos os preparativos, arrumou as malas e as crianças, pegou o trem... Mas estava muito nervoso.
- Será que eles receberam a carta? Será que me perdoaram? Será que estão vivos? Não parava de andar pra lá e pra cá no trem. Quando chegaram numa estação anterior à de seu destino, John não conseguia mais se conter, ele suava frio. O trem saiu e John grudado na janela como uma criança, não via a hora de chegar a sua antiga casa. O trem entrou em uma curva e John sabia que depois daquela curva ele conseguiria ver a casa de seus pais.
- Após esta curva conseguiremos ver a casa do vovô e da vovó, disse John.
O trem terminou a curva e John e sua família puderam ver a casa. Ela estava cheia de lençóis brancos, nas cercas, nas janelas e o mais comovente, um casal de velhinhos acenando com lenços brancos para o trem em sinal do perdão a seu filho. Foi uma festança só!
Hoje existe um pai em algum lugar perdoando seu filho por seus erros...
Que tal ser como este pai foi, hoje... agora?
Fale, telefone, mande uma carta ou um e-mail para alguém e perdoe... Acene com um lenço branco... Ele com certeza estará esperando.
Ou então apenas Sorria! Ele entenderá...
(autor desconhecido)

Quero agradecer o carinho da Keila, do Atualizando Blogs, por me destacar em seu site. Se alguém ainda não conhece, vale a pena fazer uma visita. Tem templates, tutoriais, gifs, humor, sites úteis e muito mais.
Olha só que lindo o troféu que eu ganhei...


A Cenoura, o Ovo e o Café
Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver. Numa ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pegou as cenouras e colocou-as numa tigela. Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela. Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara. Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso. Ela perguntou humildemente:
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas, depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas, depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.
- Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha.
Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?
Você é uma cenoura, um ovo ou o pó de café?
(autor desconhecido)

O lápis
O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse. O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir manter, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
1. Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
2. De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
3. O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
4. O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
5. Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, portanto, procure ser consciente de cada ação.
(autor desconhecido)
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Quero deixar aqui, um agradecimento especial aos amigos que estão sempre presentes, apesar da minha ausência, cada vez maior...
Confesso que, essa semana pensei em colocar o blog em hiatus, pois não estou conseguindo dar a mesma atenção de antes, já que tenho dedicado todo meu tempo livre aos estudos. Mas não posso, em consideração a todos que continuam me visitando e deixando o carinho através dos comentários e recadinhos.
Adoro vocês... Um abraço e uma semana iluminada! 